quinta-feira, 20 de maio de 2010

Abrigo para o tédio.

A idéia é um cubíclo, pequeno, que caiba apenas uma pessoa. Fechado. Branco (pelo menos por dentro). O espaço tem que ser pequeno e abrigar uma única pessoa de forma que não se tenha com quem conversar. Fechado pra que não se possa assistir o mundo la fora. Branco pra que a claridade te atrapalhe dormir. Uma cadeira ali dentro, no meio. Talvez barulho de gota pingando?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

Sketchup!

video

Postada aqui a animação da performace que utilizou como espaço o corredor que leva à sala do Remaze e tudo que o compõe e cerca para barulhos do cotidiano.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Le Flâneur.

FLANAR, do francês "flâneur": 1. ato de andar desinteressadamente olhando vitrines, ou não, com cerca de dez mil coisas desnecessárias e imprescíndíveis que podem ficar eternamente adiadas, 2. perambular com inteligência.
O desinteresse é tão bem ilustrado num vídeo de uma banda chamada Wandula. A musica tem o nome mesmo de "Le Flaneur". Assista aqui.

Retrato Reformulado!


Resolvi juntar tudo o que descobri no decorrer das semanas sobre a minha colega escolhida. Depois de percorrer as comunidades das quais ela faz parte no Orkut, ler o que tem a dizer sobre si mesma e anotar as correções feitas no primeiro retrato, selecionei e agrupei nesse quadrado ainda listrado imagens do que, de agora em diante, me lembrarão ela.
Entre flores, balões e notinhas apaixonadas, uma pequena menina-maravilha descalça na grama. Cruzeirente, fã do Egito e de Jesus, sempre de all star e fone nos ouvidos, total entusiasmada com Arquitetura; amante de 'Alice no país das maravilhas' e não inimiga da bebida alcóolica, só não dependente dela pra se divertir, apresento a vocês: Fernanda Kopittke!

Praça Milton Campos.

Eu e João: uma de passagem, o outro no cotidiano.
Eu, que moro ha alguns poucos quarteirões desta, vejo a Praça Milton Campos só nos meus caminhos de ida e volta pra casa e pra rua. O João, que trabalha no trailer de cachorro quente de frente pra praça vive ali o dia quase que inteiro, durante quase toda a semana.
Nenhum dos dois conhece o pessoal que sempre encosta e deita nos bancos da praça no horario de almoço, apesar de sabermos que esse tal pessoal cochila ali todas as tardes. A diferença é que o João reconhece os rostos e eu só enxergo uniformes cinza.
Acho que se trocassem a praça por uma casa, um prédio, ou qualquer outra coisa, nao faria muita diferença nas minhas passagens. O inverso seria para o João. Apesar de não ser grande e nunca receber eventos ou qualquer outro tipo de acontecimento curioso, é ela que distrai e ajuda a passar o tempo, porque independente do tamanho, tem sempre movimento. Como o trailer só dá ibope a noite, é preciso que se tenha algo pra assistir e tudo seria tão mais chato se ao invés da praça, o João tivesse que olhar a manhã e tarde inteira para um muro ou jardim fechado por grades.

É engraçado como é possível enxergamos o mesmo lugar de tantas maneiras diferentes. O lugar é esse, e você pode vê-lo como quiser:


domingo, 14 de março de 2010

F L A S H M O B

"Flash Mob" é o nome dado às mobilizações relâmpago que tiveram início em Nova York. A primeira aconteceu em 2003 e juntou duzentas pessoas na seção de tapetes de uma loja, dizendo todos, ao mesmo tempo, procurar um "carpete do amor". A união se deu por meio de mensagens de celular e pela internet, e deu sequência às várias outras reuniões: de 500 pessoas em uma loja de brinquedos também de NY ajoelhados diante de um enorme dinossauro, até as mais famosas: "pillow fight" -- que aconteceu inclusive aqui em BH, na Praça da Liberdade -- "subway party", "no pants", "world jump day".
O autor das aglomerações disse que o propósito era expor o vazio da cultura contemporânea, sem se preocupar com questões públicas.


quinta-feira, 11 de março de 2010

Quem é ela? Quem é ela?

Eu vejo tudo enquadrado: